terça-feira, 12 de abril de 2011


Já são quase quatro da manhã e nada ainda de eu conseguir dormir, talvez seja só mais uma mera insônia, ou talvez seja porque não paro de pensar em você (e como tenho pensando em ti ultimamente). Meus pensamentos me perseguem nas horas em que mais preciso esquecê-los, quantas e tantas lembranças me vêem neste momento em minha mente (a maioria, lembranças de nós dois, eu confesso). Olho para o relógio, como se esperasse pelo sono que uma hora haveria de chegar, mas nem sinal dele (...)